06/01/2012

Essas foram as férias da cerveja



Nunca tomei tanta cerveja como nessas férias. Para mim, que não faz muito aprendi a apreciar o tal suco de cevada, umas 30 cervejas em pouco mais de vinte dias é um bocado de cerveja. Creio que a companhia agradável colaborou para isso.

Na foto, a cerveja das massas nos EUA (e a mais popular do mundo). É vendida a preço de premium por aqui, mas ainda assim tem um custo-benefício ótimo, pois por pouco mais de dois reais você tem uma alternativa àquela água-suja-da-garrafa-verde chamada Heineken. E é melhor que todas as concorrentes.

Foi essa a cerveja que mais consumi aqui - ao lado da minha amada Sub-Zero, que contraditoriamente é minha segunda favorita (e custa praticamente metade do preço). Fora isso, algumas experiências: a ótima Eisenbahn Dunkel, a nem tão boa 1906, e a duas-caras Nova Schin Munich, que na primeira garrafa me pareceu uma "malzbier para homens", mas na segunda vi que era só uma malzbier travestida de munich (não adianta, cerveja escura barata, só Xingu).

À parte das cervejas, beberiquei uns destilados e curti auma ou duas ressacas, e nem gastei tanto com isso. No geral, o saldo foi positivo.

O próximo passo é comprar uma garrafa de 600ml da Baden Baden Red Ale, que custa 10 dinheiros e vem com teor alcoólico de quase 10%.

Adendo: não entendo porra nenhuma de cerveja, esse é meu gosto pessoal e gosto é que nem cu.